São Paulo possui 1365 ônibus controlados pelo PCC

São Paulo possui 1365 ônibus controlados pelo PCC

9 de abril de 2024 Off Por Redação Revista do Ônibus
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SÃO PAULO – A Operação Fim da Linha, deflagrada na manhã desta terça-feira (9), pelo  Ministério Público de São Paulo, com apoio da Polícia Militar, da Receita Federal e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE, apreenderam dirigentes das empresas de ônibus Transwolff e Upbus.

De acordo com a CNN Brasil, dados do governo municipal, apontam que 1365 ônibus que estão em circulação da cidade, são controlados pelas empresas que seriam controladas pelo PCC.

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São Paulo possui 1365 ônibus controlados pelo PCC - revistadoonibus

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O MPSP possui indícios de que há ligações dessas pessoas direta e indiretamente com o Primeiro Comando da Capital – PCC.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a SPtrans, empresa municipal que administra o transporte coletivo na cidade assuma imediatamente a operação das linhas, que transportam mensalmente cerca de 15 milhões de pessoas.

A Transwolff opera na zona sul e a Upbus na zona leste da capital.

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O Ministério Público de São Paulo – MPSP, vem realizando investigações em algumas empresas de ônibus que possuem ligações com traficantes, como já foram noticiados neste portal.

O empresário e dono da Transwolff, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, acabou preso em casa; Robson Flares Lopes Pontes, dirigente encontrado na garagem da empresa; Joelson Santos da Silva; e Elio Rodrigues dos Santos, em flagrante por porte de arma.

De acordo com o MPSP, estão sendo cumpridos em cidades da Região Metropolitana paulistana e em cidades do interior 52 mandados de busca e apreensão.

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Dirigentes da Transwolff e Upbus são presos em São Paulo - revistadoonibus

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São alvo as garagens dessas transportadoras, residências e escritórios dos envolvidos. Em um imóvel já foram encontrados fuzis, revólveres, dinheiro em espécie e joias.

Até a última atualização desta reportagem, Silvio Luis Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, estava foragido. Ele é o quarto dirigente de empresa alvo da operação desta terça.

A SPTrans afirma que não há impacto na operação das linhas nesta manhã. A prefeitura da capital diz que irá assumir a operação sem que haja prejuízo à população.

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Com informações do Ministério Público de São Paulo

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