Rio: Sindicato dos Rodoviários afirma que ônibus do BRT não são seguros

Rio: Sindicato dos Rodoviários afirma que ônibus do BRT não são seguros

20 de setembro de 2022 Off Por Redação Revista do Ônibus

RIO – Depois do acidente em que um passageiro caiu de um ônibus articulado do BRT Rio, atualmente administrado pela empresa Mobi Rio, criada na gestão de Eduardo Paes para organizar e administrar a intervenção no sistema, o Sindicato dos Rodoviários, afirma que não há segurança nesses tipo de ônibus.

Rio: Sindicato dos Rodoviários afirma que ônibus do BRT não são seguros - revistadoonibus

Há anos que o sistema BRT Rio é alvo de reclamações constante devido ao sucateamento da frota com veículos quebrando durante as viagens e até mesmo pegando fogo, colocando seus clientes em risco.

A preocupação da entidade que representa os motoristas de ônibus e demais funcionários das empresas de ônibus além da segurança dos passageiros, a integridade dos motoristas já que muitos são responsabilizados pelos problemas, sofrendo agressões de alguns dos passageiros.



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De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários do Rio de Janeiro, Sebastião José, esse infelizmente não será o último incidente com os ônibus articulados. O sindicalista afirma que muitos motoristas estão sendo ameaçados por não seguir viagem com as portas abertas, já que nas plataformas não existe a presença de fiscais orientando as filas de embarque.

A falta de manutenção e a frota já sucateado por anos é outro indicativo para que ocorram outros incidentes ao longo das viagens.

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Mobi Rio se manifesta

A empresa Mobi Rio, administrada pelo governo municipal de Eduardo Paes informa que sempre teve contato com o sindicato dos rodoviários e que até o momento não recebeu nenhuma comunicação sobre o assunto vinda do sindicato.

A Mobi Rio informa ainda que os articulados são checados antes de saírem das garagens e há um programa através do qual motoristas parceiros presentes em todas as garagens do sistema participam dessa checagem. “Portanto, o ônibus só sai para a operação com a liberação de um responsável, atendidas as condições de segurança”.

Com informações de O Dia e Prefeitura do Rio