São Paulo: Polícia Civil investiga integrantes da Transunião e vereador suspeitos de ligação com facção criminosa

São Paulo: Polícia Civil investiga integrantes da Transunião e vereador suspeitos de ligação com facção criminosa

9 de junho de 2022 Off Por Redação Revista do Ônibus

SÃO PAULO – Agentes da Polícia Civil de São Paulo, iniciaram na manhã desta quinta-feira (9), uma operação que investiga a suposta participação de integrantes da facção criminosa PCC no transporte municipal da capital, como informou a Folha de São Paulo. De acordo com a publicação, a operação mira integrantes da direção da empresa de ônibus Transunião que atua na zona leste e demais alvos.

São Paulo: Polícia Civil investiga integrantes da Transunião e vereador suspeitos de ligação com facção criminosa - revistadoonibus

Além dos integrantes da direção da empresa de ônibus, a operação mira também o vereador Senival Moura – PT, por suspeita de envolvimento na morte de um ex-presidente da cooperativa e de participação em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC, como informou a Folha de São Paulo.

Ainda de acordo com o jornal, ao menos 18 veículos que estão ligadas a empresa de ônibus foram apreendidos nesta manhã.



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Foto: Reprodução de Rede Social

Nossa equipe ainda não conseguiu contato com a empresa de ônibus TransUnião, para que possam se manifestar sobre o assunto, ficando o espaço aberto para futuras manifestações.

A assessoria do vereador Senival Moura disse que o parlamentar estará se manifestando ainda na tarde de hoje, através de nota que será divulgada para a imprensa.

Nota do vereador

Eu, Vereador Senival Moura venho me manifestar através desta nota pública sobre os acontecimentos noticiados em todos os meios de comunicação hoje.

Antes de comentar sobre os fatos ocorridos no dia de hoje quero reafirmar a minha história de atuação, liderança e organização do transporte alternativo na Cidade de São Paulo a qual tenho muito orgulho disso.

Sobre o Adauto Jorge Soares sinto até hoje essa perda, principalmente, pela forma cruel e violenta que foi.

Adauto junto comigo e vários outros companheiros lutamos pela regulamentação do transporte coletivo na Cidade de São Paulo. Entre o início da operação clandestina e a transformação em empresas passaram-se 30 anos.

Portanto, Adauto era um companheiro de luta, trabalhador e meu amigo.

Vale ressaltar que no momento da morte do Adauto, nem eu e nem ele tínhamos mais qualquer vínculo com a empresa Transunião S/A.

Essa manhã fui surpreendido por uma operação policial em minha casa, mas quero aqui reafirmar  que eu não tenho nenhum envolvimento com as ações    que estão sendo noticiadas. Entretanto eu estou a disposição da justiça para quaisquer esclarecimentos , eu que sou formado em direito confio plenamente na justiça e sou um defensor do Estado Democrático de Direito.

Por fim, passarei por esse momento com a mesma serenidade, tranquilidade e consciência tranquila que sempre nortearam a minha vida.

Ver. Senival Moura

Com informações da Folha de São Paulo