Mariupol: Cruz Vermelha tenta mais uma vez a retirada de civis

Mariupol: Cruz Vermelha tenta mais uma vez a retirada de civis

3 de abril de 2022 Off Por Redação Revista do Ônibus

MARIUPOL – O Comitê Internacional da Cruz Vermelha, informou que enviou equipes nesta última sexta-feira (2), para a cidade sitiada de Mariupol, para liderar um comboio de mais de 50 ônibus e demais veículos entre carros e vans, para a retirada de civis da região alvo de bombardeio pela Rússia nos últimos dias.

Mariupol: Cruz Vermelha tenta mais uma vez a retirada de civis - revistadoonibus
Foto: Reprodução de Redes Sociais

Os ataques do exército Russo, já duram ao menos cinco semanas e vem destruindo completamente a cidade de Mariupol. Dezenas de pessoas ainda seguem presas na região com pouco ou sem abastecimento de água e comida, como informou as autoridades locais.

A Cruz Vermelha vem se esforçando diariamente na tentativa de retirar o maior número de pessoas de Mariupol, porém, várias ações fracassaram, devido ao intenso bombeio russo na região sudeste de Donbass.



Mariupol: Cruz Vermelha tenta mais uma vez a retirada de civis - revistadoonibus
Foto: Reprodução de Redes Sociais

“Eles tentarão novamente no sábado para facilitar a passagem segura dos civis”, disse o Comitê em um comunicado na sexta-feira. Uma tentativa anterior de retirada de pessoas da Cruz Vermelha, no começo de março, não foi bem sucedida.

Ambos os governos da Rússia e da Ucrânia, chegaram a dialogar sobre a criação de corredores humanitários durante da Guerra na Ucrânia, provocada pela Rússia, na tentativa de retirar civis das cidades, porém, um acordo de forma oficial ainda está longe de ocorrer, já que ambos os governos apontam motivos do vizinho para o fracasso na criação dos corredores.

Mariupol: Cruz Vermelha tenta mais uma vez a retirada de civis - revistadoonibus
Foto: Reprodução de Redes Sociais

Os moradores de Mariupol que conseguiram deixar a região e seguiram para a cidade de Zaporizhzhia, afirmaram que há todo momento, soldados russos parar os grupos para verificar se não há a presença de soldados ucranianos.

Com informações da CNN e Redes Sociais