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Rio de Janeiro começa produzir no início de 2022 seus novos ônibus a hidrogênio

RIO – O Rio de Janeiro começa no início de 2020, a fabricar e vender seus ônibus movidos a hidrogênio verde e à eletricidade, que são tecnologias não poluentes, indo de acordo com o compromisso das nações no que se diz respeito a redução do uso de combustíveis fósseis na COP26. Um grupo de empresas se uniu para fazer a parceria na fabricação e vende desses coletivos.

Rio de Janeiro começa produzir no início de 2022 seus novos ônibus a hidrogênio - revistadoonibus
Foto: Divulgação

De acordo com a CNN, a fabricação de um novo protótipo em escala pré-industrial, começa no início de 2022, e em seguia passará para o processo de produção e venda desses coletivos. O que não ficou claro é que se algum fabricante de carrocerias, estão nesse grupo de empresas.

O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Coppe-UFRJ, foi responsável no desenvolvimento dos protótipos.

De acordo com o Instituto de Energia e Meio Ambiente – IEMA, quando se fala em poluição ambiental, os transportes são responsáveis por 47% das emissões de dióxido de carbono no Brasil, sendo 23% referentes ao transporte de passageiros e 25% ao de cargas. Esses dados, contudo, excluem as emissões relacionadas a queimadas e desmatamento.

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Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Transporte do Rio de Janeiro, na capital fluminense, informa que a frota de ônibus a diesel é de 6.477 veículos – sem incluir o BRT. De forma aproximada, na cidade, as emissões de gases de efeito estufa chegam a 20 mil toneladas com a circulação desses veículos.

Apesar do cenário atual de predomínio do diesel como combustível principal dos ônibus brasileiros, os investimentos vêm crescendo no mercado do hidrogênio verde – que é produzido pela eletrólise (quebra da molécula) de água ou a partir de biomassa.

Trens movidos a hidrogênio verde já são uma realidade em países desenvolvido, como na Alemanha e na Inglaterra. Nos Jogos Olímpicos em Tóquio, este ano, também foram usados 500 veículos, entre ônibus e microônibus, abastecidos com o gás.

“Experimentalmente no Japão há mais de 400 mil residências usando uma pilha que utiliza o hidrogênio para produzir eletricidade. Da mesma forma que são utilizadas em carros, ônibus e trens, elas estão substituindo aquecedores e boilers, além de poderem servir para todas os possíveis fins (de eletricidade) de uma casa”, conta, Paulo Emílio de Miranda, presidente da Associação Brasileira de Hidrogênio – ABH2 e professor de engenharia da Coppe-UFRJ.

Com informações da CNN

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