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Curitiba repassou R$ 286 milhões às empresas de ônibus, afirma presidente da Urbs

CURITIBA – Durante uma audiência na Câmara Municipal de Curitiba nesta manhã de segunda-feira (27), o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, afirmou que o projeto que institui o Novo Regime Emergencial de Operação e Custeio do Transporte Coletivo, que entre março de 2020 e junho de 2021, fez com que a prefeitura de Curitiba repassasse R$ 286 milhões às empresas de ônibus de Curitiba.

Curitiba repassou R$ 286 milhões às empresas de ônibus, afirma presidente da Urbs - revistadoonibus
Foto: Carlos Costa – Câmara Municipal de Curitiba – Divulgação

Durante mais de 2h30, o gestor fez uma apresentação sobre a necessidade da aprovação do projeto de lei e respondeu perguntas de 18 parlamentares. “Se não tivéssemos hoje o regime emergencial custeando a tarifa e se a Secretaria de Finanças não tivesse condições de colocar recurso, nós teríamos que passar a passagem imediatamente a R$ 8,11, para custear o sistema”, disse Maia Neto. Hoje, o custo da passagem é R$ 4,50.

Ele ainda apontou que “o valor pago durante a pandemia R$ 286.471.000,00. Se não tivéssemos instituído o regime emergencial ao transporte coletivo teríamos aportado R$ 497.816.000,00”. De iniciativa do Executivo, a proposta (005.00260.2021) faz duas alterações ao modelo anterior, estendendo a validade do instrumento jurídico até 28 de fevereiro de 2022 e retirando a regra que proibia demissões sem justa causa enquanto vigorar a repactuação com as empresas de ônibus.

O debate continuará à tarde. Além do texto-base, foram protocoladas dez emendas à proposição (032.00057.2021032.00058.2021032.00059.2021032.00060.2021032.00061.2021032.00062.2021032.00063.2021033.00016.2021034.00079.2021034.00080.2021). 

Com informações da Câmara Municipal de Curitiba e Bem Paraná


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