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São Paulo: Kaissara e Itapemirim fazem pagamento via Pix para funcionários da Ita Transportes, diz jornal

SÃO PAULO – A cia aérea Ita Transportes, criada pelo Grupo Itapemirim que ainda segue em recuperação judicial, segue recebendo dinheiro transferidos da Viação Itapemirim e Viação Kaissara, como informou o jornal Estadão, em publicação divulgada nesta última quarta-feira (11). Segundo a publicação, o Sindicato Nacional dos Aeronautas convocou uma reunião para esta sexta-feira (13), afim de discutir a situação de atraso de salários dos funcionários da Ita Transportes Aéreos.

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Os funcionários do braço aéreo do Grupo Itapemirim, reclamam além do atraso no pagamento, a falta de comunicação interna, aumentando um descontentamento entre vários profissionais, com apenas quarenta dia do início da operação. Esses funcionários que prefere não se identificar com medo de represálias, informam que as diárias não estavam sendo pagas em dia, assim como o vale-alimentação.


De acordo com profissionais ouvidos sob condição de anonimato, o vale-alimentação e as diárias não
estão sendo pagos em dia. Os atrasos chegavam a três meses, mas, ontem, os valores foram quitados. O
pagamento dos salários também tem sido feito com atrasos de dois a cinco dias. Segundo a empresa, no
entanto, houve problema apenas neste mês, em decorrência de uma dificuldade técnica para centralizar
os pagamentos em um único banco

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Foto: Divulgação

Diferente do setor rodoviário, o setor aéreo é comum esse prazo entre a realização dos voos e o pagamento pela horas voadas, porém, muitos funcionários seguem confusos em relação ao valor exato que a Ita Transporte segue pagando, como apontou a publicação do jornal.

Os funcionário passaram desconfiar de uma possível crise financeira na nova cia aérea, já algumas vezes, os pagamentos foram feitos por PIX de empresas como a Viação Itapemirim e Viação Kaissara, e não pela cia aérea por qual foram contratados.

De acordo com o Grupo Itapemirim, todas essas transações são devidamente registradas no balanço da Holding Itapemirim e que em relação ao descontentamento de alguns funcionários ocorre pelo fato de que muitos ainda não estarem voando. Assim que as aeronaves que estão para chegar sejam autorizada para voar, esses funcionários estarão em operação e que a Ita Transportes decidiu mantê-los para não perdê-los para a concorrência.

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Crise no mercado

Em meio ao turbulento mercado financeiro e de investimentos, ao longo do período da pandemia da Covid-19, a nova companhia aérea já teria consumido R$ 42,5 milhões do Grupo Itapemirim que segue em recuperação judicial.

No último mês de julho, a EXM Partners, fez um relatório afirmando que “apesar da insistência desta administradora judicial, alegando sigilo de mercado, o grupo Itapemirim não forneceu maiores detalhes sobre tais investimentos”.

Com informações do jornal O Estadão

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