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Prefeito do Rio gastou mais de R$ 500 mil para disponibilizar ônibus extra no BRT

RIO – A operação dos ônibus convencionais batizados de “diretões”, que começou no dia 23 de março, para desafogar os problemas do Consórcio BRT Rio, já gastou mais de R$ 500 mil dos cofres públicos, após a prefeitura do Rio passar alugar os ônibus de empresas que participam do BRT Rio, como tentativa de evitar os problemas no corredor transoeste.

Além disso, ônibus que antes circulavam no município de Nova Friburgo, da Viação Nova Faol, também já estão circulando no corredor expresso Transoeste, como podemos ver na foto acima da reportagem da TV Globo. Os gastos com aluguel dos coletivos é referente apenas aos veículos extras que estão sendo disponibilizados no horário de pico.

Nessa primeira fase, entre os dias 23 de março a 09 de abril, a prefeitura alugou ônibus das viações Redentor, Auto Viação Tijuca, Caprichosa e Três Amigos.

Na fase seguinte, que começou dia 12 de abril, a prefeitura contratou a Expresso Recreio, que faz parte do consórcio Santa Cruz, um dos quatro que atuam na cidade. A Expresso Recreio, por sua vez trouxe de Nova Friburgo, na região Serrana do Rio, diversos ônibus da Viação Nova Faol.

Até o momento não há ainda nenhum registro no Diário Oficial sobre a contratação das empresas para o aluguel dos ônibus.

A Câmara Municipal acabou aprovando no final do mês de abril um projeto do governo municipal que passa autorizar a Prefeitura do Rio a investir dinheiro público do tesouro direto no sistema do BRT ao longo de toda a intervenção, o projeto acabou sendo sancionado pelo Prefeito do Rio Eduardo Paes – DEM, como forma de resolver os problemas do BRT Rio.

A lei municipal determina que todos os valores investidos nessa empreitada do transporte municipal, devem ser restituídos ou compensados pela concessionária com correção monetária, porém, não aponta um prazo ou data para ocorrer, deixando vago a dívida que poderá ser abonada futuramente, como já ocorreu quando as multas das empresas junto a prefeitura do Rio, antes da criação dos consórcios e a padronização da pintura dos ônibus.

A Secretaria Municipal do Transportes do Rio – SMTR, informou através da equipe de intervenção do BRT RIO, que as empresas que tiveram os ônibus alugados, acabaram sendo contratadas pelo menor valor, após cotação de preços. Informou ainda que, por não ser empresa pública, o BRT não publica suas contratações no Diário Oficial.

Os valores da contratação de cada ônibus alugado, porém, não foi informado.

Com informações da Band News FM, Prefeitura do Rio, SBT Rio e TV Globo

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