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Volta ao trabalho nos escritórios registra aumento por ônibus fretados

SÃO PAULO – O mês de setembro registrou o início do retorno gradual aos escritórios, após mais de 6 meses de home office na quarentena, e junto desse retorno, cresceu a busca por transporte fretado entre passageiros comuns e empresas. Ao longo da quarentena, o Fretadão, startup de tecnologia que faz gestão digital de transporte fretado por aplicativo e site, já havia registrado aumento entre 10% e 15% ao mês, na demanda de ônibus fretado por parte das empresas (B2B), e agora registra crescimento também entre os usuários avulsos (B2C). 

Foto: Divulgação

“A aglomeração é inerente ao transporte público,  e por isso, provavelmente, seja um dos locais com maior risco de contágio do novo coronavírus. Isso levou as empresas que não podiam parar sua operação a buscarem por fretados para os seus colaboradores, como medida de segurança e profilaxia, além de minimizar o impacto negativo que inevitavelmente a pandemia traria ao negócios”, informa Antônio Carlos, CEO e cofundador do Fretadão.

Empresas com logística de e-commerce ou com linhas de produção em segmentos da indústria de

alimentação, ou de tecnologia, estão entre os clientes B2B do Fretadão, e são exemplos de companhias que não podiam parar a operação durante a pandemia. Entre os benefícios encontrados pelas empresas, estão as opções de substituir o vale-transporte pelo serviço fretado, com a vantagem de escolher frotas que estejam adequadas às recomendações dos órgãos de saúde e que contemplem rotas que englobam tanto a origem como o destino dos colaboradores. Com a roteirização otimizada, para empresas que já utilizavam fretados, reduziu-se os custos de transporte entre 20% e 40%.

No segmento B2C, dos usuários avulsos, a demanda também aumentou em setembro. Para o Fretadão, na medida que as atividades aos escritórios retornassem, o aumento na procura também aconteceria, levando em consideração o conforto, a segurança e o custo. Por exemplo, quem sai da Zona Sul com destino a Alphaville, reduz em 50% o custo se comparado com o UBER e iguala ao valor cobrado pelo transporte público. O aumento só não iguala ao crescimento de fretados entre as empresas, por conta da lei municipal Zona Máxima de Restrição de Fretados (ZMRF), que impede a circulação dos fretados pela cidade – mas carrega o centro de carros gerando congestionamento.

“Ir ao trabalho de fretado é outra experiência para o usuário. É possível ler, descansar, dormir, ou se for o caso, começar ou continuar o trabalho, sem contar com a redução de despesas se considerarmos a ausência de gastos com manutenção do veículo próprio, estacionamento e combustível, além dos cuidados com higienização dos fretados que não se encontra no transporte público”, complementa Antônio Carlos.

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