Belo Horizonte: Passageiros da linha 51 reclamam de atrasos diários

Belo Horizonte: Passageiros da linha 51 reclamam de atrasos diários

30 de julho de 2020 0 Por Redação Revista do Ônibus

BELO HORIZONTE – Os passageiros de Belo Horizonte que precisam utilizar os ônibus articulados da Linha 51, que pertencem ao sistema Move, reclamam os coletivos seguem desde o início do ano com atrasos constantes e diários, prejudicando quem precisa chegar ao trabalho, como os profissionais de saúde, por exemplo.

A linha 51 que sai da Estação Pampulha, e segue em direção ao Centro de Belo Horizonte, segue sendo a campeã de reclamações dos passageiros da capital mineira.

De acordo com a prefeitura de Belo Horizonte, a BHtrans recebeu 3.159 reclamações do transporte coletivo de passageiros somente neste primeiro semestre, sendo 660 dessas denúncias com relação aos atrasos dos ônibus, totalizando 20,9% das reclamações. Somente no mês de junho, a cidade registrou 169 denúncias e reclamações relacionadas aos ônibus municipais.

A linha 51 que operada com ônibus articulados, segue com o serviço parador e sem parar entre a Pampulha e a região central de Belo Horizonte, nas proximidades da área hospitalar da capital, e todos os dias há algum passageiros reclamando dos atrasos e da má prestação de serviço.

Um painel que seria para informar o horários dos ônibus na Estação Santa Rosa, que está localizada na região da Pampulha, não seguia funcionando, como informou a reportagem da TV Globo, que passeou na linha na manhã de hoje.

Os passageiros que estavam nas estações informaram que em um dia comum, quando o serviço está funcionando normalmente, o intervalo entre os ônibus articulados é de dez minutos, porém, hoje, esse intervalo chegou ficar com 13 minutos e em alguns momentos, chegando a 16 minutos de espera entre os ônibus, causando pela aglomeração em algumas estação e também dentro dos ônibus.

De acordo com o especialista em transporte e trânsito, Márcio Aguiar, o problema é na gestão.

“Para o sistema de transporte público como é hoje, junto com o trânsito, a gestão é fundamental. O empresário precisa ter uma certa liberdade com a BHTrans para alterar o sistema. É do interesse dele também que o serviço funcione”, disse Aguiar.

Com informações da Prefeitura de Belo Horizonte e TV Globo