Prefeitura do Rio cancela festa de réveillon por conta da pandemia da Covid-19

Prefeitura do Rio cancela festa de réveillon por conta da pandemia da Covid-19

25 de julho de 2020 Off Por Redação Revista do Ônibus

RIO – A tradicional festa popular do Réveillon do Rio de Janeiro, segue sem data prevista para um possível agendamento, já que neste sábado (25), a Prefeitura do Rio, informou que a festa está cancelada por conta da pandemia da Covid-19. Vale lembrar que a informação acabou sendo divulgada pela Riotur, empresa de turismo da prefeitura.

Foto: Divulgação – Redes Sociais

A tradicional festa da virada movimentou 2,9 milhões de pessoas, somente em Copacabana. O governo municipal, não informou o número aproximado nos festejos que foram realizados em vários pontos do município, como na Barra da Tijuca, Ilha do Governador e Ramos, por exemplo.

 O cancelamento da festa carioca, consistentemente foi foi anunciado um dia após a Prefeitura de São Paulo, anunciar nesta sexta-feira o adiamento da festa de carnaval na cidade em 2021.

Empresas de ônibus já temem prejuízos sem o réveillon

As empresas de ônibus rodoviários que operam linhas regulares intermunicipais no Rio e linhas interestaduais, aquelas que ligam cidades fora do estado do Rio de janeiro até a capital fluminense, assim como as empresas de turismo rodoviário, já temem prejuízos com o cancelamento da festa de réveillon, já que nesta época do fim de ano, havia sempre um aumento na busca por passagens para o Rio de Janeiro, assim como alugueis de ônibus que seguem para a capital fluminense.

Em nota, a prefeitura do Rio informou que a celebração “não é viável neste cenário de pandemia, sem a existência de uma vacina”. Além disso, o governo municipal “segue concentrando os esforços para salvar vidas e controlar a pandemia”.

O presidente do Hotéis Rio, Alfredo Lopes, se pronunciou após o anúncio do cancelamento do Réveillon no Rio, por parte da prefeitura, neste sábado (25). Ele, que também é do Conselho Deliberativo da ABIH-RJ, destacou que a decisão foi “unilateral” e classificou como “absurdo total”, já que a festa tem grande impacto na economia da cidade e no segmento turístico.

Ainda segundo Alfredo, a iniciativa privada do setor hoteleiro investe mais de R$ 20 bilhões para o período e que sustenta cerca de 100 mil empregos.

Com informações da Prefeitura do Rio, Agência Brasil e TV Globo