São Paulo: Covas diz que a  capital terá 2 mil ônibus para atender flexibilização do comércio

São Paulo: Covas diz que a capital terá 2 mil ônibus para atender flexibilização do comércio

28 de maio de 2020 Off Por Redação Revista do Ônibus

SÃO PAULO – Durante entrevista coletiva no início da tarde desta quinta-feira (28), o prefeito de São Paulo, Bruno Covas – PSDB, afirmou que a flexibilização do comércio com o retorno das atividades de diversos setores produtivos, contará com mais ônibus em circulação, depois que o governador João Doria, classificou a capital como Zona 2, em laranja. Vale lembrar que o retorno de qualquer setor, precisará ser autorizado pela prefeitura de São Paulo, ou seja, nem tudo estará retornando no dia 1º de junho.

Foto: Reprodução de Internet – Youtube

O prefeito de São Paulo informou ainda, que a cidade contará com um aumento na frota de ônibus e que teria determinado que as empresas de ônibus mantenham mais de 2 mil coletivos reservados, para que possam ser utilizados no retorno da flexibilização do comércio da capital.

Hoje, o município de São Paulo possui em circulação nas linhas municipais, 65% da frota em dia útil. Dos quase 15 mil ônibus, são 8.394 veículos atualmente em circulação.

“Em relação ao transporte público municipal já determinei às empresas concessionárias que deixem reservados mais dois mil ônibus para poder aumentar a frota neste período, elas [empresas de ônibus] serão avisadas assim que o protocolos (com o setor privado) forem assinados, porque só com a assinatura do protocolo pode reabrir na cidade de São Paulo e, da mesma forma, assim que os protocolos forem assinados, nós vamos avisar à Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos para que também providencia em relação a trem, metrô e ônibus da EMTU” – explicou o prefeito durante a coletiva

Ainda segundo o prefeito, deverão reabrir os setores de imobiliárias, veículos, escritórios, comércios e shoppings. Os pré-requisitos para abertura são: protocolos de saúde, higiene, testagem, autorregulação, politica de comunicação com regras e protocolos para funcionários e clientes. escolas e creches ficam fechadas. “Os empresários também precisam fazer a sua parte para que a gente não volte atrás.”

A mudança, de acordo com Covas, é que, a partir do dia 1º de junho, a Prefeitura passará a receber e avaliar as propostas para retomada do funcionamento. Ele prometeu manter a fiscalização e não informou o prazo para que os estabelecimentos recebam o aval para reabrir.

A partir do dia 1º a gente passa a receber oficialmente propostas de protocolo que serão analisadas pela vigilância sanitária, e assim que referendadas os setores vão poder reabrir na cidade. Até lá, continuamos a fiscalizar o que é proibido de abrir na cidade de São Paulo, não apenas em relação a esses setores que já são liberados na fase 2, mas que só serão liberados na cidade a partir da assinatura do protocolo com a Prefeitura, mas aqueles que só podem reabrir na fase 3,4 e 5, nós vamos continuar a fiscalizar na cidade.” disse o prefeito.

Com informações da Prefeitura de São Paulo e Band News TV