Prefeito de BH se reúne na tarde desta segunda-feira com empresários para discutir novo valor da tarifa de ônibus

Prefeito de BH se reúne na tarde desta segunda-feira com empresários para discutir novo valor da tarifa de ônibus

20 de janeiro de 2020 Off Por revistadoonibus

BELO HORIZONTE – Está marcada para a tarde desta segunda-feira (20), uma reunião entre o prefeito de Belo Horizonte e representantes do Sindicado das empresas de Transporte de Passageiros de BH – Setra-BH, onde irão discutir, outra vez, uma possibilidade de reajuste na tarifa de ônibus da capital mineira. O prefeito Alexandre Kalil, deve falar com a imprensa logo após a reunião.

No final do ano passado, o prefeito de Belo Horizonte, deixou claro que não iria permitir o aumento na tarifa de ônibus em R$ 0,25, pois considerou que houve quebra no contrato de concessão do serviço, depois que as empresas de ônibus não ter disponibilizado cobrados nos horários obrigatórios nos coletivos que rodam nas linhas municipais, como prevê uma lei municipal. Atualmente a tarifa de ônibus de BH é de R$ 4,50.

Os empresários por sua vez, afirmam que chegaram contratar 500 agentes de bordo, seguindo a determinação da prefeitura da cidade.

Em meio ao empasse, a briga entre os empresários de ônibus e o governo municipal, acabou na justiça. No dia 6 de janeiro, uma liminar acatou o pedido da Prefeitura de Belo Horizonte e com isso derrubou a liminar em que as empresas de ônibus solicitava o reajuste, como mostramos aqui. Na época, o prefeito tuitou: “A passagem este ano é R$ 4,50. Seja na Justiça, seja no diálogo ou seja no porrete…”

A cidade de Belo Horizonte, segue como uma das capitais com a tarifa de ônibus mais cara do Brasil, perdendo apenas para Porto Alegre, onde lá a tarifa é cobrada em R$ 4,70.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SetraBH) informou através de nota que o aumento anual está previsto em contrato, firmado em 2008. O índice leva em consideração diversos parâmetros para recompor gastos com insumos, como óleo diesel, pneus e mão de obra.

Com informações da Prefeitura de Belo Horizonte e Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SetraBH)