Surf em ônibus do BRT Rio chama atenção. Não há fiscalização?

Surf em ônibus do BRT Rio chama atenção. Não há fiscalização?

9 de dezembro de 2019 Off Por revistadoonibus

RIO – Domingo de sol e praias cheias na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirante, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e a volta para casa, poderia acabar em acidente, se o Consórcio BRT Rio que opera com ônibus articulados no corredor Trans Oeste, proibisse ações como essa, quando jovens foram flagrados surfando em um dos ônibus com direção a Santa Cruz, entre as estações da Embrapa e Mato Alto no bairro de Guaratiba, também na Zona Oeste da cidade.

Consórcio BRT Rio se manifesta

O Consórcio BRT informa que, ao ser flagrado o comportamento indevido do passageiro, o motorista do BRT aciona o monitoramento do CCO para que o setor de segurança adote as medidas cabíveis. O surfe rodoviário é decorrência de vandalismo e, além dos prejuízos materiais, coloca em risco a vida de quem pratica e dos demais passageiros. 

Para subir no articulado, o alçapão é quebrado. O procedimento é recolher o articulado e levá-lo para a garagem, para passar por reparos. Esse tipo de comportamento configura-se como crime de dano, com pena de detenção ou multa. 

É bom lembrar que o vandalismo acarreta a retirada de veículos de circulação para manutenção, o que prejudica os passageiros do dia a dia. Uma porta quebrada pode tirar um ônibus de circulação por um dia, se for um vidro quebrado, por exemplo, ou até cinco dias, se for afetado o mecanismo. Se a gente levar em consideração que um articulado carrega em média 180 pessoas e faz também em média 7 viagens por dia, são mais de 1.200 pessoas que vão lotar outros ônibus, a cada dia que esse articulado estiver na garagem em manutenção, finaliza a nota do BRT Rio.