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Buser segue operando normalmente no Paraná

CURITIBA – O Buser, conhecido como App do ônibus, que oferece viagens mais baratas e confortáveis através de ônibus fretados, segue operando normalmente em todo o estado do Paraná. Na semana passada, a Startup foi proibida de operar no estado, através de uma decisão liminar da 5ª Vara de fazenda Pública de Curitiba, que foi emitida na sexta-feira (20), que determinou que o Buser não operasse no estado sob multa diária de R$ 50 mil.

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Em sua conta no Instagram, o Buser informa que as viagens partindo ou chegando do Paraná, seguem funcionando normalmente. Os clientes, inclusive que tem viagens marcadas nos próximos dias, já se seguem mais aliviados.

Desde que a Justiça Estadual do Paraná, passou proibir que o Buser operem no estado, através de uma decisão liminar da 5ª Vara de Fazenda Pública de Curitiba, emitida nesta sexta-feira (20), que determina que a Buser, cesse suas atividades de transportes de fretamento de ônibus em todo o estado do Paraná, sob multa diária de R$ 50 mil, O App do ônibus segue oferecendo passagens no estado.

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Contra decisão do STF

A briga por passageiros vai longe. A decisão desta sexta-feira da Justiça Estadual do Paraná, contraria uma decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Edson Fachin, que no mês de maio último, negou suspender as atividades do Buser, em uma decisão que atinge todo o território nacional.

Na época, uma ação ajuizada no STF pela Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) tentava reverter decisões da Justiça Federal no Rio de Janeiro e São Paulo que autorizaram o funcionamento do aplicativo. “Não há elementos trazidos na inicial que justifiquem, no atual momento processual, a apreciação monocrática do pedido de liminar”, disse Fachin.”

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Quatro dias antes de deixar o cargo de Procuradora Geral da República – PGR, Raquel Dodge, emitiu um parecer ao ministro Fachin, solicitando a extinção do processo movido pela Abrati contra o Buser. A ex-procuradora na época, solicitou o arquivamento do processo antes do julgamento do mérito.

O Buser informou que ainda não recebeu nenhuma notificação sobre a proibição, e que ficou sabendo através da mídia, recebendo a notícia com “surpresa”, já que contraria outras decisões a favor a empresa e que estão em vigor.